XP Inicia Cobertura da Automob (AMOB3)
A XP começou a cobertura da Automob (AMOB3) com uma recomendação de compra e um preço-alvo de R$ 17 por ação até o final de 2026. Essa projeção representa um potencial de valorização de aproximadamente 32%.
Posicionamento no Setor
De acordo com os analistas, a empresa, que é uma subsidiária da Simpar e a maior rede de concessionárias do Brasil, está bem posicionada para aproveitar oportunidades em um setor que ainda é fragmentado, apresentando espaço para consolidação. A XP considera que a Automob possui fundamentos sólidos em seus dois segmentos de atuação.
Segmento de Veículos Leves
No que diz respeito aos veículos leves, a demanda por carros usados continua aquecida, em decorrência do crédito restrito e da baixa acessibilidade para a compra de veículos novos.
Segmento de Pesados
No segmento de veículos pesados, o Brasil conta com uma das maiores frotas de caminhões do mundo, o que sustenta uma demanda por reposição no longo prazo, segundo a XP. Além disso, máquinas agrícolas e de construção devem se beneficiar de investimentos em infraestrutura e do avanço do agronegócio, conforme afirmaram os analistas.
Estratégias da Empresa
No âmbito de seu plano estratégico, a Automob busca aumentar a participação de veículos usados em suas vendas, elevar a rentabilidade por loja, capturar ganhos de eficiência e, também, reduzir seus estoques.
Automob: Novata na Bolsa
A Automob fez sua estreia na Bolsa de Valores no final do ano passado, decisão que foi impulsionada por diversos fatores, incluindo a demanda dos investidores do Grupo Simpar, conforme anunciado pela companhia na época, em comunicação ao Money Times.
Crescimento e Expansão
Fundada em 1995, a Automob reúne quase 200 lojas espalhadas por 12 estados, representando mais de 30 marcas de veículos leves e pesados. A trajetória da empresa inclui crescimento orgânico e aquisições, destacando-se pela integração das concessionárias da Vamos.
Resultados Financeiros
A empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 38,7 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse desempenho negativo ampliou os resultados já desafiadores obtidos pela companhia nos primeiros trimestres de 2024 e 2025.
Fonte: www.moneytimes.com.br
