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Bom dia de terça-feira. O CEO da Snap, Evan Spiegel, participará de uma entrevista com Julia Boorstin da CNBC hoje às 14h (ET) durante o Augmented World Expo na Califórnia. Acompanhe ao vivo na CNBC ou no CNBC+.
Os futuros das ações estão perto da estabilidade nesta manhã. O mercado vem de mais um dia de ganhos expressivos.
A seguir, estão cinco pontos principais que os investidores precisam saber para começar o dia de negociações:
1. O acordo real?
A notícia de que os EUA e o Irã assinaram um memorando de entendimento fez com que os investidores celebrassem ontem, com os três principais índices registrando ganhos significativos. No entanto, alguns analistas de Wall Street orientam cautela sobre quando — ou se — o conflito realmente diminuirá.
Confira o que é importante saber:
2. Confiança bancária
É o primeiro dia da reunião de política do Federal Reserve com Kevin Warsh como presidente. De acordo com Matt Peterson da CNBC, Trump provavelmente dará a Warsh mais liberdade de ação do que concedeu ao seu antecessor, Jerome Powell.
Uma fonte próxima ao assunto afirmou que a confiança de Trump em Warsh proporcionará a ele “certa margem de manobra”. Isso pode ajudar Warsh a anunciar que o Fed manterá as taxas de juros inalteradas amanhã — o que os mercados esperam de forma esmagadora — sem que isso pareça uma traição à pressão de Trump por cortes. Também pode dar ao novo presidente do Fed espaço para implementar mudanças abrangentes.
Antes do anúncio da decisão sobre as taxas na quarta-feira, os entrevistados da Pesquisa Fed da CNBC veem o Fed mantendo as taxas inalteradas até 2027, embora a maioria acredite que o Fed removerá o viés de flexibilização que indicou que seu próximo movimento poderia ser um corte.
3. Rumo à lua
A trajetória da SpaceX não perdeu impulso ontem, com as ações subindo quase 20% em seu primeiro dia completo de negociações. Após os subscritores exercerem sua “over allotment” de ações, a SpaceX informou que sua arrecadação total para a oferta pública inicial foi de US$ 85,7 bilhões.
Ron Baron disse à CNBC ontem que a Baron Capital adquiriu ações da SpaceX no valor de US$ 1 bilhão durante a IPO de sexta-feira, elevando sua participação total para cerca de US$ 25 bilhões. Por outro lado, alguns investidores de varejo relataram que não conseguiram obter tantas ações quanto esperavam.
As ações continuam a subir antes da abertura do mercado esta manhã, embora tenham moderado seus ganhos depois que a SpaceX anunciou a aquisição da Anysphere — a empresa por trás do agente de codificação de inteligência artificial Cursor — por US$ 60 bilhões.
4. Oportunidade de vinculação
A favorita da IA, Nvidia, informou em um registro regulatório ontem que emitirá títulos corporativos com classificação de investimento pela primeira vez desde 2021. Fontes informaram à CNBC que a fabricante de chips visa levantar pelo menos US$ 20 bilhões em dívidas.
A Nvidia atualmente possui cerca de US$ 7,5 bilhões em dívida de longo prazo e US$ 1 bilhão em dívida de curto prazo. Durante sua última captação de dívida, há cinco anos, quando a empresa era significativamente menor, a Nvidia arrecadou US$ 5 bilhões.
A decisão coloca a Nvidia como a mais recente empresa de tecnologia a buscar os mercados de capitais. A Alphabet anunciou planos de captação no início deste mês, enquanto a Super Micro compartilhou metas de financiamento relacionadas a ações na semana passada.
5. Fox & amigos
A Fox Corp. anunciou na segunda-feira que firmou um acordo para adquirir a Roku por cerca de US$ 22 bilhões. O acordo em dinheiro e ações está previsto para ser concluído no primeiro semestre do próximo ano. As ações da Fox fecharam a sessão de ontem em baixa de 15% após o anúncio do acordo, enquanto as ações da Roku perderam quase 2%.
Em outras notícias de aquisições, a Salesforce anunciou ontem que está adquirindo a Fin, provedor de serviços ao cliente em IA anteriormente conhecido como Intercom. A empresa informou que a aquisição, que deve ser concluída no quarto trimestre do ano fiscal de 2027, deverá fortalecer sua plataforma de IA agentiva.
O Dividendo Diário
O Reservatório Estratégico de Petróleo dos EUA estava em cerca de 340 milhões de barris em 12 de junho, segundo o Departamento de Energia. Esse número representa seu nível mais baixo desde 1983.
— CNBC’s Kevin Breuninger, Spencer Kimball, Chloe Taylor, Sean Conlon, Matt Peterson, Steve Liesman, Arjun Kharpal, Kai Nicol-Schwarz, Yun Li, Kif Leswing, Seema Moody, Samantha Subin, Lillian Rizzo e Deena Zaidi, além de Reuters, contribuíram para este relatório.
CJ Haddad ajudou na produção deste boletim. Josephine Rozzelle editou esta edição.
Fonte: www.cnbc.com

