Confira os destaques corporativos de hoje
PetroReconcavo (RECV3) reduz produção para 23,9 mil boe/dia em maio
A PetroReconcavo (RECV3) registrou uma queda em sua produção no mês de maio de 2026, sendo este resultado principalmente influenciado por eventos imprevistos no Ativo Bahia. A companhia atingiu uma média de produção de 23,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia), marcando uma redução de 1,9% quando comparado ao mês anterior, abril.
No Ativo Potiguar, a produção totalizou 12,4 mil boe/dia, apresentando uma leve alta de 0,4% em relação ao mês anterior. A extração de petróleo estabeleceu um recorde de 7,7 mil barris por dia, enquanto a produção de gás natural chegou a 4,7 mil boe/dia.
A companhia atribuiu a elevação na produção de petróleo, que subiu 2,8% em comparação a abril, aos projetos de workover desenvolvidos no campo de Livramento. Contudo, esse progresso foi moderadamente contrabalançado por interrupções no fornecimento de energia elétrica, causadas pela concessionária responsável.
OpenAI, dona do ChatGPT, entra com pedido de IPO nos EUA
A OpenAI, responsável pela criação do ChatGPT, protocolou na segunda-feira (8), de forma confidencial, uma solicitação para a realização de oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos.
Até o momento, a empresa não divulgou os valores ou as condições da oferta e indicou que um cronograma ainda não foi definido. A OpenAI comunicou que a execução de algumas iniciativas pode levar um período mais longo, visto que a abordagem como empresa privada apresenta algumas facilidades.
De acordo com informações veiculadas pela Reuters, a empresa, que atua no campo da inteligência artificial, pretende alcançar uma avaliação de até US$ 1 trilhão em sua estreia no mercado de ações, a qual pode acontecer ainda em setembro.
Mercado bilionário, denúncias e espionagem: Guerra do delivery no Brasil coloca iFood, 99Food e Keeta em rota de colisão
O Brasil se tornou um dos cenários mais competitivos do mundo no setor de delivery, com expectativas de atingir a cifra de US$ 27 bilhões até o ano de 2029, conforme estudo da consultoria Statista.
Dentro desse contexto, o iFood se destaca com significativa liderança, detendo aproximadamente 80% do market share de delivery de refeições no país, de acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), em parceria com o Sebrae.
Entretanto, a dominância da companhia foi comprometida em 2023, quando o iFood se tornou alvo de investigação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por práticas consideradas anticompetitivas. Como resultado desse processo, a empresa passou a ter restrições para formalizar contratos exclusivos com redes que abrigam mais de 30 estabelecimentos, além de limitações no volume de vendas relacionadas a restaurantes exclusivos e números de estabelecimentos com exclusividade por cidade.
Essas mudanças facilitaram a entrada de novos players no mercado, como a Keeta e a 99Food, que começaram a operar no Brasil no ano passado.
IRB (IRBR3) inicia processo regulatório para abrir operações de resseguro na Suíça e em Malta
O IRB Brasil (IRBR3) informou na segunda-feira (8) que deu início aos procedimentos regulatórios para ampliar suas operações internacionais, de acordo com a estratégia de crescimento nos prêmios do mercado global de resseguros.
A companhia protocolou, no dia 29 de maio, uma solicitação de autorização junto à Swiss Financial Market Supervisory Authority (FINMA) para criar uma resseguradora na Suíça, com foco em seguros de danos (P&C, ou não vida).
Além disso, o IRB começou a estruturar uma entidade de resseguro na modalidade de protected cell company localizada em Malta, com suporte tanto operacional quanto técnico da companhia. O pedido de autorização foi formalizado junto à Malta Financial Services Authority (MFSA) nesta segunda-feira (8).
A aprovação das operações nos dois mercados depende da anuência dos reguladores competentes.
Plataforma financeira Asaas compra empresa de CRM no WhatsApp por R$150 milhões
A Asaas, que se posiciona como uma plataforma de serviços financeiros voltados para empresas, anunciou nesta terça-feira (9) a aquisição da empresa de software de relacionamento com clientes Helena CRM pelo valor de R$ 150 milhões. Esta soma representa a maior compra realizada pela companhia desde sua fundação em 2010 pelos irmãos Piero e Diego Contezini.
A Asaas, cuja sigla em inglês remete a automação de software como serviço, já tinha realizado cinco aquisições antes desta transação. No início de 2026, a empresa havia adquirido a Mutuus, entrando assim no setor de seguros. Excluindo o anúncio desta recente compra, o total investido em aquisições pela Asaas alcançou R$ 50 milhões.
A aquisição da Helena CRM, que atua na categoria de CRM conversacional através do WhatsApp, permitirá à Asaas integrar suas soluções financeiras de pagamentos e cobranças a uma camada de CRM autônomo, contribuindo diretamente com o principal processo realizado por pequenos negócios, que é a geração de demanda e receita, conforme afirmou Piero Contezini, presidente do conselho de administração e cofundador da Asaas, em um comunicado à imprensa.
Construtora Viver (VIVR3) tem prejuízo líquido de R$ 5,6 milhões no 1º trimestre
A construtora e incorporadora Viver (VIVR3) reportou um prejuízo líquido de R$ 5,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, um aumento no resultado negativo em relação aos R$ 5 milhões reportados no mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados na segunda-feira (8).
A companhia informou em seu balanço que iniciou o ano centrada na finalização do empreendimento Station Vila Madalena, localizado em São Paulo, e na continuidade das suas medidas de reestruturação, além de preparar-se para uma gradual retomada de suas atividades operacionais.
No que diz respeito ao resultado operacional, medido pelo Ebitda, a companhia apresentou um desempenho negativo de R$ 3,4 milhões, permanecendo praticamente estável em comparação ao ano anterior, embora a margem tenha caído de -45,9% para -89,7%.
*Com informações da Reuters
*Com supervisão de Juliana Américo
Fonte: www.moneytimes.com.br

