Brasil enfrenta 'Síndrome de Estocolmo' sob o domínio de dois líderes rejeitados.

Brasil enfrenta ‘Síndrome de Estocolmo’ sob o domínio de dois líderes rejeitados.

by Ricardo Almeida
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Ronaldo Caiado critica liderança de Lula e Flávio Bolsonaro

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), declarou neste domingo (2) que o Brasil está “sequestrado” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). Durante suas declarações, Caiado fez uma comparação com a “Síndrome de Estocolmo”, alegando que a população brasileira tem desenvolvido uma convivência com os líderes políticos que considera problemáticos. “Eu posso dizer a você que neste momento da campanha, o Brasil está como aquele fato específico que aconteceu em Estocolmo, chamada Síndrome de Estocolmo, onde as pessoas passaram a ter uma convivência com os sequestradores. O Brasil hoje está sequestrado pelos dois rejeitados”, afirmou.

Polarização nas Pesquisas

Atualmente, Lula figura como líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência, polarizando a disputa com Flávio Bolsonaro, que também se destaca entre os candidatos mais rejeitados pelos eleitores. Caiado ressaltou o alto índice de rejeição associado aos dois candidatos: “O maior percentual hoje é dos dois candidatos. Todos os dois têm 50% de rejeição. Ora, se um candidato tem 50% de rejeição, o Brasil não pode optar por um deles, o caminho dos dois já tem a metade do Brasil que não concorda”, acrescentou. As declarações foram feitas após a convenção estadual do PSD no Rio Grande do Sul, onde foi oficializado o nome de Ernani Polo como candidato a vice-governador na chapa de Gabriel Souza (MDB).

Críticas à Ausência em Debates

Caiado também criticou a ausência de Lula e Flávio Bolsonaro nos debates presidenciais, considerando que essa falta de disposição para discutir as propostas e ideias é preocupante. “Eles não debatem, não discutem. Agora mesmo, tiveram que adiar, para ver se eles irão no primeiro debate, porque eles estão fugindo do debate, como eu disse, brincando de esconde-esconde. Ninguém tem coragem de ir para o debate, mostrar o que ele pensa, o que ele faz, o que ele propõe”, enfatizou o ex-governador, expressando sua frustração com a falta de diálogo e transparência por parte dos principais candidatos.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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