O Problema do TACO no Mercado
O mercado financeiro frequentemente demonstra um grande interesse nas transações relacionadas ao TACO, porém um especialista em ações argumenta que os investidores podem se beneficiar mais caso o presidente permita uma queda nos índices das ações.
Cenário Atual
Com a guerra no Irã atingindo seu segundo mês e a possibilidade de um cessar-fogo a curto prazo ainda incerta, os mercados continuam agitados. Embora Donald Trump tenha frequentemente mudado suas posturas durante períodos de intensa volatilidade, o ex-chefe de quant do JPMorgan acredita que o presidente deveria, na verdade, desconsiderar as oscilações do mercado de ações como uma forma de indicar à Irã que ele está levando a situação a sério.
“O melhor plano para Trump seria deixar o mercado de ações cair 10% ou mais e mostrar que ele não se importa”, afirmou ele em um post na plataforma X. “Se os iranianos perceberem que ele não é refém do mercado de ações, eles aceitariam mais rapidamente um acordo (mesmo que pior). Dor de curto prazo para um ganho de longo prazo.”
Críticas e Preocupações
Kolanovic criticou o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, em um post subsequente. Um relatório do Financial Times, publicado no mês passado, revelou que o corretor de Hegseth tentou investir em empresas de defesa antes do início da guerra no Irã.
Conforme a guerra no Irã se desenrola, Kolanovic tem se mostrado cada vez mais pessimista em relação ao mercado de ações. Ele reiterou sua convicção de que a transação TACO não irá impulsionar os índices, apesar do alívio que já proporcionou anteriormente em Wall Street quando Trump moderou outras políticas agressivas.
O ex-executivo de Wall Street ressaltou que Trump estaria em uma posição mais vantajosa se trocasse uma dor de curto prazo para os investidores pela oportunidade de encerrar o conflito, permitindo que as condições de negociação se tornassem estáveis novamente.
“Em vez de mentiras constantes e pequenas para evitar uma queda nas ações, tentando ter o melhor dos dois mundos e apenas prolongando o déficit de petróleo e os danos econômicos que isso causará no futuro”, acrescentou Kolanovic.
Fonte: www.businessinsider.com


