Fazenda inaugura novo posto de representação tributária do Brasil em Pequim - Times Brasil

Fazenda inaugura novo posto de representação tributária do Brasil em Pequim – Times Brasil

by Fernanda Lima
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Inauguração da Adidância Tributária e Aduaneira do Brasil em Pequim

Na sexta-feira, 26, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, inaugurou a Adidância Tributária e Aduaneira do Brasil em Pequim, na China. Este ato encerra as tratativas iniciadas em 2023 pela Receita Federal.

Posto Tributário e Aduaneiro

O novo escritório representa o quinto posto tributário e aduaneiro brasileiro no exterior, complementando as adidâncias já existentes em Washington, nos Estados Unidos; Buenos Aires, na Argentina; Assunção, no Paraguai; e Montevidéu, no Uruguai.

A criação dessa representação é justificada pelo significativo aumento do fluxo comercial entre o Brasil e a China.

Importância das Relações Comerciais

Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil, com volume de intercâmbio que supera os US$ 150 bilhões anuais. Este comércio concentra-se principalmente em commodities, como soja, minério de ferro e petróleo.

Em palavras do ministro Durigan, "A China é nosso maior parceiro comercial. A implementação desta adidância representa um salto de qualidade. Cooperar em matéria tributária e aduaneira significa construir um ambiente econômico seguro, dinâmico e livre de burocracias desnecessárias. A abertura deste posto se traduz em rapidez e solução ágil para os operadores econômicos de ambos os países”.

Estrutura da Adidância em Pequim

O escritório em Pequim funcionará como uma unidade avançada da Receita Federal no exterior. Será ocupado por um auditor-fiscal da Receita Federal que atuará como interlocutor direto com as autoridades chinesas.

Facilitação do Comércio Bilateral

Robinson Barreirinhas, secretário da Receita, destacou que a presença de uma adidância especializada facilitará a compreensão das complexas legislações tributárias e aduaneiras de ambos os países, com o objetivo de reduzir barreiras burocráticas e promover o comércio bilateral.

Do lado brasileiro, a expectativa é de minimizar as barreiras não tarifárias, assim como os entraves aduaneiros e as exigências técnicas frequentemente enfrentadas pelos exportadores brasileiros. A meta é reduzir tanto os custos operacionais quanto o tempo necessário para a liberação de mercadorias.

Cooperação Técnica e Diálogo

A cooperação técnica estabelecida deverá possibilitar a criação de mecanismos de diálogo que garantam segurança jurídica e equidade para as empresas que operam nos dois mercados, de acordo com as diretrizes do ministério.

Fonte: timesbrasil.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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