Captura de Nicolás Maduro
Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram vistos algemados após desembarcarem em um heliponto em Manhattan, sendo escoltados por agentes federais fortemente armados enquanto se dirigiam a um carro blindado em rota para um tribunal federal em Manhattan no dia 5 de janeiro de 2026, na cidade de Nova York.
Lesões durante a Operação
Sete membros das forças armadas dos Estados Unidos ficaram feridos durante a operação militar realizada no sábado, que resultou na captura de Nicolás Maduro e sua esposa, conforme informou um oficial do Pentágono à MS Now na quarta-feira. Dois dos feridos ainda estão em recuperação, enquanto cinco já se recuperaram das lesões sofridas na operação, que foi denominada "Resolução Absoluta".
O oficial destacou que o fato de uma missão tão complexa e extenuante ter sido executada com tão poucas lesões é um testemunho da expertise dos nossos guerreiros conjuntos.
Avaliação de Casualidades
Foi informado que a avaliação das casualidades em solo ainda está em andamento e é conduzida pela comunidade de inteligência dos Estados Unidos. Autoridades venezuelanas previamente relataram à MS Now que mais de 70 pessoas perderam a vida durante o ataque.
Forças Envolvidas
As forças de operações especiais de várias ramificações do serviço militar, além de mais de 150 aeronaves militares, estiveram envolvidas na captura de Maduro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ação militar foi realizada em coordenação com as autoridades de segurança pública dos Estados Unidos, conforme sua postagem nas redes sociais, no sábado.
Reação de Cuba
Na segunda-feira, Cuba declarou que 32 de seus cidadãos morreram durante a operação, acrescentando que aqueles indivíduos estavam realizando missões para as forças armadas e o ministério do interior de Cuba. A declaração foi feita pelo escritório da presidência cubana em uma publicação no Facebook.
Contexto da Ação Militar
Os ataques dos Estados Unidos se seguiram a semanas de mobilização militar na região e repetidas ameaças feitas por Trump contra Maduro.
Audiência Judicial
O líder deposto compareceu a um tribunal em Nova York na segunda-feira, onde afirmou que tanto ele quanto sua esposa foram "sequestrados" por forças dos Estados Unidos em sua residência em Caracas, descrevendo-se como um "prisioneiro de guerra". Ele se declarou não culpado das acusações de tráfico de drogas.
— Reportagem contribuída por Lim Hui Jie, da CNBC, e Julia Jester, da MS Now.
Fonte: www.cnbc.com


